# 29 - março de 2004

Londres Flamejante

por Bruno Esponja

APRESENTAÇÃO

Esta e uma coluna que vai relatar as aventuras e desventuras de um cara toSco vivendo em Londres. Ai você que está lendo isso e nem sabe porque diabos foi clicar nesse link, pensa: Tá! Legal. Mas o que isso tem de especial? A resposta e muito simples: Absolutamente nada. Isso mesmo! Porra nenhuma.

A intenção deste espaço não é ser especial. O objetivo principal e o de compartilhar algumas experiências. Falar sobre toSquerices, Punk Rock, diversão, situações engraçadas, estar longe de casa, enfim, viver em Londres.

Espero que você, que se prendeu a esta leitura até agora, se interesse pelas linhas que estão por vir. Elogios e palavrões serão muito bem-vindos, desde que sinceros. Sinta-se a vontade e livre para viajar literalmente em "Londres Flamejante - A Coluna ToSca".

Nessa primeira edição você vai conferir:

I - BLINK 182, WEMBLEY ARENA, LONDRES, 6 DE JANEIRO

II - UM TROUXA NO SOHO

III - CAMDEN TOWN

IV - PRIMEIRO EMPREGO

V - NARIZ NO BIG BEN

 


Blink 182, Wembley Arena, 06/01/04

Cerveja, Garotas e Punk Rock em Londres

Sexta-feira, dia 6 de janeiro, data memorável, lá fui eu assistir o show de umas das bandas que eu mais gosto. Uma expectativa da porra! Cheguei e o Wembley Arena que é maior que o Nilson Nelson e já estava bem cheio. A quantidade de meninas gatas tipo Avril Lavigne no recinto era uma coisa extremamente fora do comum. Pra ser sincero, poucas vezes na minha vida eu vi tanta menina gata num lugar só.

Estava lá, eu e a minha camisetinha do Blink de 12 reais trazida do Brasil. Fiz o maior sucesso porque ninguém tinha uma igual. Hehehe... Três meninas vieram conversar comigo pra saber aonde eu tinha comprado e eu disse que era do Brasil. Todo mundo ficava olhando! Hehehe... 12 reais!

Tocaram duas bandas antes do Blink. Tomei três pints antes do show do trio e entrei com uma, pois eu estava nas cadeiras. Fiquei pertinho do palco. Não pensei que eu conseguiria um lugar tão bom tendo comprado o último ingresso, pois as cadeiras são numeradas. Depois de três pints, que são umas copadas violentas de cerveja, pensei: Putz! Meus amigos do Brasil tinham que estar aqui. Meu ébrio raciocínio me fez ligar paras os caras. Claro que simplesmente telefonar não ia fazer com que ninguém aparecesse lá, mas foi uma forma que meu cérebro alcoolizado achou de trazer os caras pra perto naquele momento.

Uns minutos antes do Blink começar a tocar, o sistema de som do ginásio estava tocando "Fat Lip" do Sum 41 e naquela partezinha lenta: "Don`t count on me..." os caras desligaram a luz, abaixaram o som e o ginásio inteiro continuou cantando. Alguns isqueiros foram acesos no meio da galera. Putz! Foi lindo demais! Acabou a música e ai entrou o Blink mandando ver um Shit, piss, fuck, cum, cocksucker, motherfucker, tits, fart...

Em seguida mandaram "What`s My Age Again" e sem nenhum intervalo tocaram "Feeling This". Só depois dessa eles deram uma palavrinha com a galera que foi ao delírio. Depois eles tocaram "Violence", "Go" (a que eu mais gosto do CD novo), "I Miss You" e mais uma música que eu não sei o nome. A partir dai eu não me lembro mais a ordem das musicas, mas sei que eles tocaram "All The Small Things", "Dumpweed", "First Date", "Stay Together For The Kids", "Josie" e "Dammit". Eles deram prioridade ao CD novo tocando ele quase todo. Achei foda porque os caras deixaram de fora do repertório muita musica doida tanto do Enema of State quanto do Dude Ranch. Não tocaram nem "Anthem Part Two" do penúltimo CD. Vacilo, na minha opinião.

Parece que vendo pessoalmente, ainda mais na posição que eu estava, meio na lateral e pertinho do palco, dá pra sacar que o Travis é um cavalo na batera! Ele improvisa umas paradas diferentes no meio das musicas. Não é novidade, mas o cara toca muito! O Mark ficava correndo pelo palco com o cabelo arrepiado e o Tom parecia mais preso às dificuldades da guitarra. Resumindo, o show foi muito massa, mas no meu ponto de vista, poderia ter sido melhor. Eu gosto mais das músicas antigas. Acho que o fato dos caras virem em Londres pelo menos uma vez por ano, dá a eles uma liberdade de mostrar muito do trabalho novo e deixar de lado as coisas mais antigas. Aposto que se eles fossem no Brasil, não iriam deixar de tocar umas músicas que eles não tocaram aqui. Se fosse para eu dar uma nota para o show, 7,5 estaria de bom tamanho, já que a expectativa era gigantesca..

Foi muito massa poder assistir a um show dos caras. Espero ter outras oportunidades aqui e ai no Brasil.

 


Um Trouxa no Soho

Alugando Pra Salvar O Aluguel

Era um sábado a noite, nada pra fazer. Eu estava em casa parado e pensei: Londres é uma cidade grande! Quer saber? Eu vou sair fora. Estava sozinho e fui bater lá no Soho. O Soho é um bairro onde a prostituição e a homossexualidade corre solta aqui em Londres. Fica bem no centro. Tem cada sex shop violento! Uma variedade gigantesca de pornografia, pintos de plástico e vaginas descartáveis. Acredite se quiser, leve três pelo preço de duas. O bom de não conhecer ninguém aqui em Londres e que você entra nesses lugares, olha na cara do vendedor e não está nem ai se ele te achar um pervertido. Certamente ele acha qualquer um que entra ali, um pervertido, pois as sessões bizarras e paradas toScas que se encontram em alguns sex shops, putz! No Brasil eu nunca tinha entrado num Sex Shop por vergonha. Fica aquela paranóia de encontrar alguém conhecido na saída. Tipo o seu chefe ou aquela garota que você esta alugando.

Até aí, tudo bem. Por curiosidade dei umas olhadinhas nos DVDs, nas revistas, nos objetos e sai fora. No Soho tem também muitas casas onde mulheres dançam nuas. Estou passando do lado de fora de um recinto desses e uma gorda loira, a típica cafetina me chama: _ Ei italiano! - já fiquei me sentindo o Rocky Balboa. Vem aqui. O que um rapaz tão bonito esta fazendo aqui sozinho? Vamos entrar e ver umas meninas nuas do mundo inteiro dançando pra você! Vamos entre. Só 5 pounds!

Nessa hora eu pensei: Poxa! Por apenas 5 pounds eu vou entrar e ver umas mulheres dançando peladas, tomar umas duas cervejas e depois sair fora. Vai passar o tempo e o meu sábado não terá passado em branco. Realmente não passou. Confirmei com a mulher se era apenas 5 pounds mesmo e ela me disse que sim. Me deu um convite e eu entrei. O lugar não era muito grande e já tinha umas meninas dançando nuas num palco, com um jogo de luz e umas fumacinhas. Uma delas era simplesmente perfeita. Uma loira daquelas que se vêem nos filmes americanos. Sentei um pouco longe do palco para não ter que colocar dinheiro nas calcinhas das mulheres, afinal de contas, não posso gastar meu dinheiro como os ingleses fazem por aqui.

Olhei no cardápio o preço da cerveja e pedi uma. Não era tão caro. Bebi. Pedi outra. A segunda cerveja veio junto com uma notinha. Perguntei: O que e isso? Ela disse que era a minha conta. Exatos 47 pounds! Como assim? 47 pounds por duas cervejas? Não estava disposto a pagar aquele preço e confirmei com a garçonete: Tem certeza que é este preço por duas cervejas? Ela me explicou que tinha que pagar não sei o que para as dançarinas e que os 5 pounds era só pra entrar e despejou um blablabla incompreensível pra um brasileiro com inglês tosco como o meu. Um pânico quis começar a me possuir, mas me controlei e falei que eu não tinha sido avisado pela mulher lá em cima mesmo embora tivesse insistido em saber se eram apenas 5 pounds. Ela me olhou com cara de deboche e disse saindo: Esta é a sua conta!

Putz! Eu não podia perder 47 pounds mais 5 que eu já tinha pago lá em cima só por duas cervejas. Isto é equivalente a uma semana do meu aluguel e ainda sobra. Ai eu chamei a garçonete e falei para que ela subisse lá comigo para que pudéssemos falar com a gordona que fica na entrada. A garçonete disse que não ia. Eu dei pra ela o dinheiro das duas cervejas e subi as escadas. Estava só esperando um negão segurança de dois metros me barrar com uma murranca no olho e eu sair rolando escada abaixo. Olhei e a gordona estava distraída. Eu poderia sair e ela não veria. Fiquei com medo de chamarem a policia. Imagina só! Motivo da deportação: Safadão vê mulher pelada e sai sem pagar. Ia pegar muito mal. Resolvi dialogar:

_ Com licença. Eu tomei duas cervejas lá embaixo e a sua garçonete me cobrou 47 pounds. Eu te perguntei e você não me disse que eu teria que pagar outras coisas além dos 5 que já te paguei. Ela respondeu: _ Pra que avisar italiano, se isto está escrito atrás do seu convite? Tirei o convite do bolso e não e que a gorda tinha escrito com uma letra miúda sobre umas taxas atrás. Cai no golpe como um patinho. Aí eu me fiz de italiano desentendido, semi-retardado. Fingi que não tinha entendido o que estava escrito e menti que sequer tinha aquele dinheiro para pagar. Acho que ela se simpatizou comigo, pois não relutou muito. Apenas me perguntou:

_ Bebeu?
_ Sim.
_ Pagou?
_ Sim.
Ela nem confirmou, apenas me disse.
_ Ok italian. You can go.
_ Im sorry. I didnt know.
_ No problem.

E foi assim que eu salvei o dinheiro do aluguel da semana que vem. E foi assim que depois eu fiquei morrendo de rir da minha cara. Até agora enquanto estou escrevendo essa história, não consigo segurar o riso. Eita situaçãozinha toSca! Nunca pensei que ver uns seios me faria passar por tanto apuro. Mas no final deu tudo certo. Quando eu estava indo para casa aliviado, duas meninas me perguntaram se eu estava procurando por garotas. Teriam 18 para eu escolher. 30 pounds por meia hora, incluindo sexo oral, massagem e outras coisas que eu não consegui entender. Agradeci a oferta em seguida rejeitei. E acreditem se quiser, antes de ir embora uma da meninas falou:

_ Ok! See you ITALIAN! Bye, bye...
Até agora ainda paira na minha mente a impressão de que as duas meninas eram espiãs da gordona, que deve ter dito para elas:
_ Peguem aquele italiano caloteiro de uma figa!
Ou talvez não. Eu devo estar impressionado. Meu sotaque sim e que deve estar uma parada carregadíssima. Mas dane-se! Gostei de me sentir o Balboa por alguns instantes. Hehehe...

 


Camden Town

Lugarzinho Legal

Um dia desses eu conheci um lugar muito massa aqui em Londres. É uma espécie de feira em Camden Town. Lá tem muita coisa doida. Você entra numas lojas que mais parecem uns calabouços, com umas musicas eletrônicas, jogos de luz violentos e umas paradas muito futuristas. Tem coisa para todos os gostos. Para hippies tem algumas lojas só com coisas relacionadas a maconha. Muito descarado mesmo. Papéis para enrolar, camisas com estampas da erva, produtos derivados da Canabis, balinhas, chocolates, pirulitos de maconha e uma infinidade de coisas! Tinha uns caras vendendo também, mas isso era mais ou menos escondido.

Para a galera mais metaleira, tem umas lojinhas no subterrâneo que da até medo de entrar. Uma decoração maior dark, com umas luzes negras, esculturas do demônio e uma música que deve ser a trilha sonora do caminho de quem vai para o inferno. Putz! Uns caras com um visual que deixa o Marilyn Manson engravatado.

Tem também uma loja só para menininhas punks! Só roupinhas cor de rosa e acessórios enfeitados. Grande variedade de roupas e CDs difíceis de se encontrar no Brasil. Algumas coisas por um preço bem em conta.

A Feira de Camden Town e um lugar alternativo dentro de Londres. Lá tem simplesmente de tudo. Até nego tocando musica de macumba eu vi por lá! É um lugar que a galera se junta lá pra tomar uma cerva e tem vários pubs com musica metaleira ao vivo. E uma misturada bacana! Tem gente de todo tipo que você possa imaginar! Indiano vestido de Matrix, japonês de moicano, branquelo de rastafari, negão de cabelo alisado e muito, mas muito gay mesmo.

De vez em quando eu passo por lá. Não por causa dos gays, é claro! Mas sim porque o clima do lugar é diferente. Mais alegre do que em outras partes de Londres. Eu vi tanta coisa massa por lá que não dá pra ficar contando tudo senão isso vira uma coluna de dinossauro. Mas uma coisa eu vou dizer, se um dia você vier aqui em Londres, não deixe de visitar a feira de Camden Town. Geralmente não faz parte dos pacotes turísticos por ser uma parada mais underground, mas realmente vale a pena ver!

 


Primeiro Emprego

Recém-chegado

Depois de três dias em Londres eu arrumei o meu primeiro trabalho e trampei! (Isso é uma expressão que os caras da casa onde moro usam quando vão trabalhar. Acho meio palha mas eu vou adotar como um meio nada a ver de me entrosar, Hehehe...) O trampo foi num bar dentro do estádio do Chelsea. Chelsea é um time que tem o nome de um bairro de Londres. Trampei com um polonês, uma polonesa e um inglês. Algumas dificuldades para encontrar o lugar mas consegui chegar em tempo.

Entrei e dei graças a Deus pelos meses que passei trancafiado numa escolinha publica de inglês ai em Brasília. Engraçado é que eu nunca pensei que iria dizer isso. Quem vem pra Londres precisando trabalhar (chega de usar a palavra trampo) sem nenhuma noção de inglês, tá completamente lascado. Em principio eu achei que ia ser fácil, mas eita pronuncia foda da porra! Saca a situação falada em velocidade alucinante:

_ Please, I wanna one pint of Bud and a half. Servi a cerveja da mulher. One pint of Bud significa um copo grande de Budweiser. And a half significa um copo menor de Budweiser. Mas veja só o que eu entendi.
_ One pint and a ... ?
_ Half!
_ Sorry lady. We dont have coffee.
A mulher começou a rir e a malhar de mim para outro cara. Putz! O half da mulher era igualzinho coffee! E o problema da diferença entre a pronuncia britânica e a americana.

Tive dificuldades com as moedas porque eu não as conhecia, mas o polaco me ajudou bastante. E difícil alguém te ajudar de verdade por aqui. Ninguém tem muita paciência. O polonês me explicou a usar a maquina registradora e quando eu não entendia o que alguém dizia, ele me dava uma força. Na hora do intervalo do jogo, o negocio pegou fogo. Era gente pra todo lado pedindo mil coisas ao mesmo tempo. Parecia o Brasil só que em outra língua. Derramei cerveja duas vezes por não saber manusear a máquina com destreza e a polonesa que estava trampando (fiquei com saudade da palavra) derramou uma copada de cerveja em mim. Fiquei ensopado com um frio de matar.

No final das contas deu tudo certo. Sobrevivi com frio, mas sem arranhões. Para a minha primeira experiência acho que correu tudo bem. O polaco camarada me disse que tem vontade de ir ao Brasil assim como o Cris, o inglês que trabalhou junto comigo. Eles tem medo de serem assaltados. O filme do Brasil é muito queimado por aqui. Ainda mais depois do Cidade de Deus, que fez o maior sucesso por aqui. Mas aí eu falei das praias, das mulheres e acho que se eles tiverem oportunidade, vão correr o risco. É muito barato para eles.

Depois disso, fui para casa. Como de costume, quase fui atropelado porque os carros aqui andam em mão invertida. Mais uma vez me perdi, tendo que andar uns 40 minutos pela rua tentando encontrar a minha casa, pois são todas muito parecidas no bairro onde moro. Finalmente cheguei e tomei um banho quente a valer, pois eu nunca tinha sentido tanto frio em toda minha vida.

Trabalhar em Londres traz algumas situações meio toScas. É engraçado alguém te pedir alguma coisa e você não entender o que é. É uma experiência e tanto. Existem duas opções: Ficar puto ou levar tudo na sacanagem. Acho que a segunda é mais leve. E ninguém gosta de carregar pesos...

 


De Cara com o Big Ben

Primeiros Dias Em Londres

Eis que um dia saio pra trabalhar. Deixo o Metrô displicentemente e enfio o nariz embaixo do Big Ben! Como assim? Tomei um susto. Todo mundo se prepara para ver o Big Ben. Planejam coisas do tipo: Oba! Hoje eu vou ver o Big Ben! Como será que e aquele magnífico relógio gigante? Será que meu cabelo está bom para uma foto? Putz! Eu só saí do metrô e fiquei ali olhando, olhando... Me perguntei, será que é o Big Ben mesmo? Devia ser. Era igualzinho ao das fotos. Não seria possível que os ingleses fossem tão maníacos por horário a ponto de construírem dois relógios tão enormes. Não tive coragem de perguntar pra ninguém para confirmar. Ainda bem! Seria a pergunta mais idiota que eu teria feito depois de: Seja sincera, você já fingiu que gozou? Putz! Foi pesada? Se publicarem é culpa do Alvaro e da Bianca! Hehehe...

Foi assim que eu conheci o Big Ben e foi assim que ele me conheceu. Deu uma olhadinha para baixo e me viu saindo do metrô sem saber pra onde ir, como de praxe. Acenou para mim com seu ponteiro gigante como se dissesse: Sou eu mesmo, mané! Pare de me olhar e sai voado porque você está atrasado! Perguntei para um inglês que provavelmente fala half igualzinho à coffee onde era o prédio que eu ia trabalhar bem no centrão de Londres. Chego lá e vejo que era um almoço dos executivos da Microsoft no Reino Unido. Putz! Era o prédio mais chique que eu já entrei na minha vida! No estacionamento só tinha carrão cabuloso. E eu ali de gravatinha borboleta e colete preto. Me esforçando pra não derramar sopa quente em cima de um figura importante que talvez tenha inventado o botãozinho de fechar das janelas do Internet Explorer. Comédia. Merecia uma foto. Preciso de uma câmera urgente.

O legal de se viver em Londres e que você acaba fazendo coisas que jamais se imaginou executando. Abre sua mente para novas possibilidades e a monotonia não é muito freqüente no seu cotidiano. É claro que o frio é grande, constante e ininterrupto. Tanto dentro como fora da barriga.

 


Então é isso pessoal! Até a próxima! Não percam na próxima edição de LONDRES FLAMEJANTE - A Coluna ToSca, a resenha do show do OFFSPRING com RUFIO. Vou tentar não beber demais e fazer até anotações. Afinal de contas, espero que você volte mais vezes por aqui e deixe suas opiniões sobre essa toSquerice no Guestbook. Um abraço e até mais.

 

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